PersonalityML 2.0

 

Marca Registrada e Software Registrado

Editores:

 
Jonas Santos Bezerra (DCOMP - Universidade Federal de Sergipe)
Maria Augusta S. N. Nunes (DCOMP - Universidade Federal de Sergipe)

 

Resumo

Como a web vem se tornando, a cada dia, mais interativa, multimodal e ubíqua, necessitam-se maiores investimentos na interpretação dos fatores humanos em ambientes computacionais para, assim, melhorar ente o homem e a máquina. Esse projeto se propõe a conceber uma linguagem de marcação, intitulada de PersonalityML, para complementar e expandir os esforços realizados pelos cientistas computacionais provendo um poder maior na representação dos fatores psicológicos humanos e permitindo um uso mais amplo e diversificado na experiência da interação humano-computador vivenciada pelas pessoas via navegadores web potencializando a personalização da oferta de produtos e serviços.

 

1 Personalidade

Não existe na literatura uma definição única para a personalidade, sabe-se que ela está relacionada aos padrões de pensamento, emoções e comportamento de uma pessoa, juntamente com todos os mecanismos psicológicos por trás destes padrões. A psicologia da personalidade tenta explicar completamente uma pessoa, entretanto, não é possível compreender tudo de uma única vez ou sobre uma mesma ótica, assim, os psicólogos geralmente buscam por padrões mais específicos.

Assim, as diversas teorias para explicar a personalidade, Hall et al (1998) agrupa-as em quatro ênfases: Ênfase na Aprendizagem; Ênfase na Realidade Percebida; Ênfase na Psicodinâmica e Ênfase na Estrutura, que por sua vez podem possuir diversas abordagens para explicar a personalidade.

Alguns psicólogos, por exemplo, buscam explicar a personalidade através da maneira como as pessoas diferem umas das outras e como essas diferenças podem ser conceituadas e medidas, estes são os que seguem a abordagem de traços; os que seguem a abordagem biológica buscam explicá-la através de mecanismos biológicos básicos como anatomia, fisiologia, genética e até mesmo evolução; os que trabalham com a abordagem psicanalítica buscam a explicação no inconsciente, utilizando a natureza e a resolução dos conflitos internos como base para o estudo da personalidade; há também os que tem por base a experiência das pessoas com o mundo, a consciência de que uma dada ação desencadeará uma reação, a chamada abordagem humanística; aqueles que focam seus estudos no modo como as pessoas mudam de acordo com as recompensas ou punições por suas ações seguem a abordagem comportamental; por fim, há psicólogos cujas teorias baseiam-se em como os processos cognitivos básicos de percepção, memória e pensamento afetam o comportamento e assim a personalidade, abordagem cognitiva [Funder, 2010].

Cada teoria da personalidade, bem como cada abordagem, possui propriedades que podem ser úteis a algumas aplicações e outras não. Essas teorias muitas vezes chegam a ignorar conceitos fundamentais das abordagens que diferem da sua, porém cada uma pode ser encarada como parte de um quebra-cabeças e seguindo uma abordagem bottom-up - partindo-se de partes menores e mais fáceis de se trabalhar - pode-se chegar à uma representação com maior nível de completude da personalidade da personalidade humana do que se conseguiria ao tentar trabalhar com todas as possibilidades de uma única vez.

 

1.1 Abordagem de Traços

No dia-a-dia os seres humanos utilizam diversas palavras para descrever traços da personalidade de outras pessoas, pode-se dizer que a abordagem de traços tenta traduzir essa linguagem corriqueira sobre os traços de personalidade em teorias formais da psicologia que possam medir os traços e usá-los para prever e explicar o comportamento humano.

Esta abordagem geralmente utiliza dimensões especiais criadas pelos psicólogos para descrever as diferenças psicológicas entre indivíduos, fornecendo uma base tanto teórica quanto empírica para medir o grau em que indivíduos diferem em termos de características tais como nervosismo, concentração, agradabilidade, etc.

Os psicólogos que seguem tal abordagem são criteriosos no desenvolvimento de métodos - a maioria na forma de testes de personalidade - para medir com precisão as diferenças entres as pessoas e prever o comportamento humano.

Como já foi dito anteriormente, em computação são poucos os trabalhos que lidam com personalidade, mas a maior parte destes utiliza traços de personalidade pois estes são formados por um conjunto de características humanas factíveis de modelagem e implementação em computadores [Nunes, 2009], [Mairesse, 2007].

 

1.2 Abordagem Biológica

Esta abordagem parte do princípio de que, se cada ser humano possui um corpo e uma mente, então é possível dizer que a maneira como os mecanismos biológicos de uma pessoa, bem como seu funcionamento, diferem de uma pessoa para outra poderia então possuir alguma relação com a personalidade.

Psicólogos que seguem esta abordagem tem usado os conhecimentos advindos da biologia para buscar entendimento da personalidade. Os estudos mais comuns são aqueles (1) que tentam entender como o funcionamento do sistema nervoso pode afetar a personalidade, podendo focar na anatomia e função das várias estruturas do cérebro ou no papel desempenhado pelos hormônios e neurotransmissores ou (2) que buscam entender como a personalidade pode ser geneticamente transmitida entre gerações.

Damasio (1994) foi um dos primeiros a demonstrar, por exemplo, como determinadas regiões do cérebro são responsáveis pela afetividade, personalidade e determinados tipos de comportamentos humanos.

 

1.3 Abordagem Psicanalítica

Esta abordagem busca explicar a personalidade como sendo fruto do inconsciente humano, da parte da mente de uma pessoa sobre a qual ela não possui controle ou, algumas vezes, sequer sabe que existe.

 

1.4 Abordagem Humanística

Também conhecida como abordagem fenomenológica, baseia-se na ideia de que cada indivíduo ou cada cultura possui um determinado ponto de vista, uma maneira própria de ver e sentir o mundo ao seu redor, diferente de como outras pessoas ou diferentes culturas o fazem.

Esta abordagem parte do pressuposto de que para entender uma pessoa deve-se procurar entender, primeiramente, seu ponto de vista da realidade, como por exemplo, o modo como torcedores de times diferentes enxergam a decisão de um árbitro.

 

1.5 Abordagem Comportamental

Baseia-se na ideia de que o comportamento humano muda de acordo com a experiência, estímulos/repostas, com o aprendizado. Os psicólogos que seguem esta abordagem concentram seus estudos naquilo que pode ser diretamente observado: o comportamento e o ambiente, procurando demonstrar como o comportamento das pessoas é resultado direto do ambiente em que se encontra e, particularmente, das recompensas e punições que o ambiente oferece.

 

1.6 Abordagem Cognitiva

Esta abordagem difere bastante da abordagem anterior, para os psicólogos que trabalham com a abordagem cognitiva, pois seu foco está explicitamente e quase que exclusivamente nos processos que ocorrem dentro da mente humana. Esta abordagem busca entender como os pensamentos de uma pessoa, juntamente com sua memória e percepção desencadeiam/determinam suas ações.

Cada uma destas abordagens possui teorias e métodos próprios para lidar com seus conceitos fundamentais e geralmente ignoram os conceitos fundamentais das outras. Uma forma padrão de representação computacional da personalidade, como a proposta neste projeto, deve ser suficientemente flexível e genérica para que abarque as diferentes ênfases, abordagens, teorias e modelos que podem existir.

 

2 PersonalityML

A definição de uma linguagem de marcação padrão para representação da personalidade permitirá a integração entre os diversos grupos de pesquisa e mesmo de mercado e o uso de informações sobre os aspectos psicológicos humanos em diferentes aplicações, independentemente de software e do formato interno dos dados.

Tal linguagem deve ser dinâmica e abrangente uma vez que há várias teorias para explicar a personalidade e mais de uma dela pode ser escolhida de acordo com os objetivos do projetista.

Dessa forma, a utilização de XML para criação de uma forma de representação da personalidade torna-se algo extremamente útil devido as características de extensibilidade, estruturação e validação que a meta-linguagem fornece.

A partir da pesquisa realizada, foi criada então uma primeira gramática para a PersonalityML, na forma de XML Schema, que é apresentada a seguir.

 

2.1 Estrutura do Documento

2.1.1 Raiz do documento: o elemento <personalityml>;

Annotation <personalityml>
Definition The root element of a PersonalityML document.
Children The element MUST contain one or more <personality>; elements.
Attributes
  • Required:
    • Namespace declaration for PersonalityML.
  • Optional:
    • any other namespace declarations for application-specific namespaces.
Occurrence This is the root element -- it cannot occur as a child of any other PersonalityML elements.

 

<personalityml>; é o elemento raiz de um documento PersonalityML. Envolve vários elementos <personality>; em único documento.

O elemento <personalityml>; precisa definir o PersonalityML namespace e pode definir quaisquer outros namespaces.

Exemplo:

<personalityml xmlns="http://www.w3.org/2011/personalityml">;
... 
</personalityml>;

2.1.2 Anotação de uma única Personalidade, o elemento <personality>;

Annotation <personality>
Definition This element represents a single personality annotation.
Children The only child is optional: <emphasis>; If present it can occur only once
Attributes
  • Required:
    • None for the moment
Occurrence As a child of <personalityml>; or in any markup using PersonalityML

O elemento <personality>; representa uma anotação individual de uma personalidade.

 

2.2 Representações da Personalidade

2.2.1 O elemento <emphasis>;

Annotation <emphasis>
Definition This element represents the emphasis the personality representation belongs to
Children The only child is optional: <approach>
Attributes
  • Required:
    • name, the name of the emphasis
Occurrence As a child of <personality>

O elemento <emphasis>; descreve a ênfase à qual a anotação da personalidade pertence, dado o valor do atributo name.

Exemplo:

<personality>;
                <emphasis name="Structure"/>;
</personality>;

2.2.2 O elemento <approach>;

Annotation <approach>
Definition The approach used for the representation of personality.
Children

All children are optional.

If present, the following child elements can occur only once: <theory>;; <model>;.

Attributes
  • Required:
    • name, indicates the approach.
  • Optional:
    • None for the moment.
Ocurrence As a child of <emphasis>

O elemento <approach>; descreve a abordagem utilizada para a representação da personalidade.

Exemplo:

<personality>;
            <emphasis name="Structure">;
                        <approach name="Traits">;
                                    <theory/>;
                         </approach>;
             </emphasis>;
 </personality>;

2.2.3 O elemento <model>;

Annotation <model>
Definition The definition of the model.
Children The element MAY contain one <theory>; element.
Attributes
  • Required:
    • name, indicates the name of the model;
  • Optional:
    • None for the moment.
  •  
Ocurrence as a child of <approach>

 

O elemento <model>; representa o modelo que está sendo usada para representar a personalidade. O conjunto de valores que podem ser utilizados como filhos é indicado pelo atributo name.

 

2.2.4 O elemento <theory>;

Annotation <theory>;
Definition Theory adopted.
Children

All the children are optional: <inventory>;

If present can occur only one time.

Attributes
  • Required:
    • author, indicates the name the author.
  • Optional:
    • None for the moment.
Ocurrence as a child of <model>; or <approach>;

O elemento <theory>; descreve a teoria que está sendo adotada na anotação da personalidade. O atributo author indica a que autor pertence essa teoria.

 

2.2.5 O elemento <inventory>;

Annotation <inventory>;
Definition The definition of the inventory.

Children

It MUST contain one <factors>; element
Attribute
  • Required:
    • test, indicates the inventory.
  • Optional:
    • None for the moment.
Ocurrence as a child of <theory>;

O elemento <inventory>; define o teste de personalidade utilizado para extrair a personalidade.

Exemplo:

<inventory test="TIPI">;

 

2.2.6 O elemento <factors>;

Annotation <factors>;
Definition The set of the factors in the inventory
Children It MUST contain one or more <factor>; elements
Attributes
  • Required:
    • None for the moment
  • Optional:
    • set, a name or URI identifying the set of factor names that can be used.
Ocurrence as a child of <inventory>;

O elemento <factors>; define o conjunto de elementos <factor>; que podem ser utilizados, através do valor do atributo set. Ele deve conter pelo menos um elemento <factor>;.

Exemplo:

<factors>;
            <factor name="extraversion" score="42"/>; 
</factors>;

 

2.2.7 O elemento <factor>;

Annotation <factor>;
Definition The definition of the factor (or scale)
Children It MAY contain one <facets>; element
Attributes
  • Required:
    • name, the name of the factor.
  • Optional:
    • score, the (constant) scale value of this factor.
Ocurrence as a child of <factors>;

O elemento <factor>; possui a definição de um único fator de personalidade. Pode possuir um elemento <facets>;.

<factors>;
             <factor name="extraversion" score="42">;
             <factor name="agreeableness">;
</factors>;

 

2.2.8 O elemento <facets>;

Annotation <facets>;
Definition The set of facets for one factor.
Children It MUST contain one or more <facet>; element.
Attributes
  • Required:
    • set, a name or URI identifying the set of facet names that can be used.
Ocurrence as a child of <factor>;

O elemento <facets>; define o conjunto de facetas que um determinado fator pode possuir, representado a partir do atributo set. <facets>; é um filho opcional de <factor>;, mas quando utilizado é obrigatório que possua ao menos um <facet>;.

Exemplo:

<factor name="extraversion" score="42">;
             <facets set="extraversion facets">;
                         <facet name="friendliness"/>;
             </facets>;
</factor>;

 

2.2.9 O elemento <facet>;

Annotation <facet>;
Definition The definition of the facet.
Children None
Attributes
  • Required:
    • name, the name of the facet.
  • Optional:
    • score, the (constant) scale value of this facet.
Ocurrence as a child of <facets>;

O elemento <facet>; possui uma anotação de uma única faceta de um dado fator da personalidade. O atributo name é obrigatório e define o nome da faceta, enquanto que o score, que é opcional, possui um valor para essa faceta.

Exemplo:

<facets set="extraversion facets">;
            <facet name="friendliness" score="62"/>;
            <facet name="gregariousness" score="44"/>;
            <facet name="assertiveness" score="13"/>;
            <facet name="activity-level" score="46"/>;
            <facet name="excitement-seeking" score="60"/>;
            <facet name="cheerfulness" score="42"/>;
 </facets>;

 

2.2.10 O elemento <generic>;

Annotation <generic>;
Definition Description of a generic representation of personality.
Children None
Attributes
  • Required:
    • name, the name of the generic element
  • Optional:
    • Score, the (constant) scale value of this element.
Ocurrence A single <generic>; may occur as a child of <theory>;.

O elemento <generic>; traz uma definição genérica de um representação da personalidade, na qual não há necessidade um <model>;.

Exemplo:

<personality>; 
            <emphasis name="Structure">;
                         <approach name="Traits">;
                                    <theory author="Allport">;
                                                 <generic name="shy"/>;
                                    </theory>;
                         </approach>; 
            </emphasis>; 
</personality>;
 

2.3 Anotação de Metadados

2.3.1 O elemento <metadata>;

Annotation <metadata>;
Definition The root of the metadata subtree.
Children The element MUST contain one <timestamp>; element, one <place> element and one <tool> element.
Attributes
  • Required
    • none for the moment.
  • Optional:
    • none for the moment.
Ocurrence As a child of <personality>

O elemento <metadata> é a raiz da sub-árvore de metadados que servem para manter informações sobre a forma de extração dos dados, bem como local, língua, usuário e outros dados relevantes à integridade e privacidade das informações psicológicas.

2.3.2 O elemento <timestamp>;

Annotation <timestamp>;
Definition Time-related information
Children The element MUST contain one <date> element;It may contain one <time> element;
Attributes
  • Required
    • none for the moment.
  • Optional:
    • none for the moment.
Ocurrence As a child of <metadata>;

O elemento <timestamp> armazena as informações relacionadas à data e a hora em que os dados psicológicos foram extraídos.

Exemplo:

<metadata>; 
    <timestamp > ;
        ... 
    </timestamp>;
</metadata>;

2.3.3 O elemento <place>;

Annotation <place>;
Definition Information about where the data came from
Children

The element MUST contain one <language> element; It may contain one <country> element;

Attributes
  • Required
    • none for the moment.
  • Optional:
    • none for the moment.
Ocurrence As a child of <metadata>;

O elemento <place>; armazena as informações geográficas sobre de onde vieram os dados, tais como país e língua de origem.

Exemplo:

<metadata>; 
    <place> ;
        ... 
    <place>;
</metadata>;


2.3.4 O elemento <tool>;

Annotation <tool>;
Definition Information about the tool and/or methods used to extract the personality data
Children

It may contain one <description> element;

Attributes
  • Requiredname:
    • the name of the tool;
    • type: the type of the tool used.
  • Optional:
    • url: web address where the tool is located (if any);
    • ownerId: attribute for identifying the personality's owner at the tool.
Ocurrence As a child of <metadata>;

O elemento <tool> refere-se à ferramenta que foi utilizada para extrair as informações, seu nome, tipo, como funciona e como pode ser encontrada, dentre outros.

Exemplo:

<tool name="NEO-IPIP 300" 
    type="Questionary" 
    ownerId="ID_27" 
    url="personalityresearch.com.br"> ;
        ... 
</tool>;

2.3.5 O elemento <date>;

Annotation <date>;
Definition The day of the data extraction.
Children

It may contain one <description> element.

Attributes
  • Required name:
    • none for the moment.
  • Optional:
    • none for the moment.
Ocurrence As a child of <timestap>

O elemento <date> refere-se ao dia em que os dados foram extraídos

Exemplo:

<timestamp >; 
	<date>;2013-01-24</date>; 
	...
</timestamp>;
 

2.3.6 O elemento <time>;

Annotation <time>;
Definition The hour of the data extraction.
Children

It may contain one <description> element.

Attributes
  • Required name:
    • none for the moment.
  • Optional:
    • none for the moment.
Ocurrence As a child of <timestap>;

O elemento <time> refere-se à hora exata em que os dados foram extraídos.

Exemplo:

<timestamp >; 
	…
    <time>;14:20:00</time>; 
</timestamp>;

 

 

2.3.7 O elemento <county>;

Annotation <country>;
Definition The native country of the owner.
Children

none for the moment;

Attributes
  • Requiredname:
    • none for the moment.
  • Optional:
    • none for the moment.
Ocurrence As a child of <place>

O elemento <time> refere-se à hora exata em que os dados foram extraídos.

Exemplo:

<place>; 
	<country>;UK</country>; 
	…
</place>;


2.3.8 O elemento <language>;

Annotation <language>;
Definition The language used in the tool.
Children

none for the moment.

Attributes
  • Required name:
    • none for the moment.
  • Optional:
    • none for the moment.
Ocurrence As a child of <place>;

O elemento <language> armazena a língua em que a ferramenta de extração foi utilizada.

Exemplo:

<place>;
	…
	<language>;english</language>;
</place>;

2.3.9 O elemento <decription>;

Annotation <description>;
Definition The description of the tool used.
Children

none for the moment.

Attributes
  • Required name:
    • none for the moment.
  • Optional:
    • none for the moment.
Ocurrence As a child of <tool>;

O elemento <description> serve para armazenar uma descrição adicional da ferramenta utilizada.

Exemplo:

<tool … >;
	<description>;  As 300 questões do NEO-IPIP são divididas igualmente entre os Cinco Grandes Fatores, e cada um dos Fatores se subdivide em seis facetas. Às afirmativas nos itens do inventário, o sujeito respondente atribui um valor de concordância do quanto elas o representam em uma escala tipo Likert de cinco pontos.
	</description>/;
</tool>;

 

Referências

PersonalityML structure

PersonalityML-schema.xsd

IPIP-NEO  PML example

Artigos

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Referências

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